quarta-feira, 31 de março de 2010

Desafio Literário Março - Persuasão

Título Original: Persuasion
Publicado originalmente em: 1817
R$: Grátis, só imprimi e encadernei, baixei aqui.
Sinopse: É em Persuasão, o último romance acabado de Jane Austen, que encontramos a sua heroína mais notável - Anne Elliot. Sobre ela escreveu, um dia, a autora: "ela é quase demasiadamente boa para mim." No entanto, naquela que é a sua obra mais amadurecida, que descreve uma órbita de afastamento nítida em relação ao tom predominantemente satírico dos seus anteriores romances, Austen trata o caráter e os afetos da protagonista de uma forma que, sem perder totalmente de vista a ironia é, sem sombra de dúvida, muito mais terna, e anuncia já uma percepção mais aberta e dinâmica da personalidade e comportamentos humanos. Uma história de amor, desenvolvida com profundidade e sutileza, proporciona o campo ideal para um estudo refletido, que sustenta na sua linha de horizonte o complexo relacionamento entre os dois sexos, e no qual homem e mulher surjem como seres moralmente análogos.
Sobre a autora: Jane
Austen (Steventon, Reino Unido, 16 de dezembro de 1775 – Winchester, Reino Unido, 18 de julho de 1817) foi uma proeminente escritora inglesa, que representa o exemplo de uma vida que, sem grandes sobressaltos, em nada reduziu a estatura da sua ficção. A ironia que utiliza para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo. Nascida em Steventon, Hampshire, de uma família pertencente à burguesia agrária, sua situação e ambiente serviram de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em torno do casamento da protagonista. A inocência das obras de Austen é apenas aparente, e pode ser interpretada de várias maneiras. Os meios acadêmicos a têm considerado uma escritora conservadora, apesar de a crítica feminista atual reconhecer em suas obras uma dramatização do pensamento de Mary Wollstonecraft sobre a educação da mulher.
[CONTÉM SPOILLERS]
Persuasão é um livro marcante com certeza, enfim, como qualquer livro de Jane Austen tem o peso de ser. Acho muito interessante a forma que a autora tem de colocar a forma de viver, os hábitos, os costumes, a importância tão grande que eram dados ao poder, nascimento, dinheiro, aparências e conveniências na Inglaterra do século XIV, algo que à primeira obra lida da autora pode ser um pouco incompreendido por leitores não tão empenhados.
Anne Elliot, por trás de uma aparência de fragilidade, de submissão incondicional a um pai indiferente e narcisista que vive rodeado de espelhos na mansão da família, e a uma irmã escrava das convenções sociais em vigor, não abdica da sua independência intelectual. A personagem sofre uma evolução nos dois momentos da obra. Enquanto jovem, aos 19 anos (e aqui há que se abrir um parentese sobre a opinião sobre a juventude da época, em que uma moça de 27 anos, como a encontramos em sua segunda fase já é considerada na fase madura de sua vida), apaixona-se por um simples Capitão da Marinha Britânica sem posição social nem fortuna, ele a pede em casamento, mas ela cede ao peso do parecer familiar: Wentworth não era um partido ao nível da fidalguia que o nome Elliot comportava. Apesar do amor que por ele sentia, Anne cede às exigências familiares, deixa-se persuadir por uma ilusão imposta e termina um noivado que nunca chegara a efetivar-se.
Oito anos depois, Anne reencontra o Capitão Wentworth devido ao fato de Sir Walter Elliot se ver obrigado a alugar Kellynch-Hall, a casa no Somersetshire desde sempre habitada pela família Elliot, ao Almirante Croft e esposa (irmã do Capitão Wentworth), graças a problemas financeiros. E Anne, ao revê-lo e apesar do desinteresse aparente por ele manifestado, percebe que nunca deixara de amá-lo. Wentworth mostra-se interessado em casar-se, agora que a guerra acabara e conseguira posição e fortuna consideráveis após várias comissões no estrangeiro, no entanto, o orgulho ferido pela rejeição de que fora vítima, a certeza de que a Anne faltava o caráter necessário para impor uma vontade férrea do seu coração, levam-no a procurar noiva em outra casa de família.
Assim, Wentworth deixa-se também ele persuadir, pela convicção de que a sua presença junto de uma certa jovem, era entendida como genuíno interesse, cede à possibilidade de ter de, por uma questão de honra, pedir a mão em casamento a Louisa Musgrove. Note-se aqui como a honra era uma questão muito delicada, onde um simples gesto de atenção poderia ser interpretado como interesse e fazer com que as pessoas se vissem obrigadas ao cumprimento de um dever. Preparado para assumir as suas responsabilidades, um incidente com Louisa obriga-a a convalescer na companhia de um amigo de Wentworth, o Comandante Benwick, e com a ausência de Wentworth, um inesperado noivado entre Benwick e Louisa é anunciado. Wentworth estava, então, liberto da suposta obrigação. E desta forma, o antigo sentimento que o unira a Anne aflora-lhe novamente ao coração e deixa-se abandonar, persuadido que finalmente estava de que nunca deixara de a amar, pois nunca deixara de a acompanhar onde quer que ela se encontrasse, tendo até mesmo ciúmes de um primo de Anne, Sir Elliot, que resolveu cortejá-la.
Um desenrolar de acontecimentos, algumas conversas entre Anne e Wentworth que reacedem as esperanças de Anne, as confidências da Sra. Smith sobre caráter maléfico de Sir Elliot e principalmente uma conversa entre Anne e o Almirante Harville sobre a constância do amor entre os sexos, faz com que Wentworth perceba que os sentimentos de Anne para com ele não deixaram de existir, o que faz com que ele se declare novamente a ela, provocando a compreensão de ambos de que além da família de Anne, o orgulho de Wentworth também os separou. Eles perdoam-se a si mesmo e aos outros e vêem-se livres para viverem o seu amor, casando-se.
Já tenho o livro do Desafio Literário de Abril, que requer a leitura de um autor latino americano. Segundo indicação da minha ex-cunhadinha, mas sempre amiga Lu (aliás, leiam o blog dela porque a gata se garante muito!), vou ler o Amor nos tempos do cólera, emprestado pela própria, rs.
Beijos, beijos!
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terça-feira, 30 de março de 2010

Baile de Administração

A festa foi linda, linda, linda, liiiinda demais! Me senti a convidada mais pop do planeta, conhecia todos os formandos, circulava em todas as mesas, bebia e comia dos buffets de todo mundo, enfim, estava insuportável de convencida nessa festa, vocês não tem noção. Ainda mais que a Jocele/Bob pediu minha presença exclusiva na animação da sua mesa, organizando a distribuição dos brindes, tirando muitas fotos, enfim, dando aquela força pra única das RL's a participar do baile. Afinal eu tinha que ajudar minha amiga-linda-a-cara-da-Cláudia-Leitte, né?

Ela entrou ao som de Pretty Woman, assim como eu também irei fazer, não foi uma ideia que eu tive agora, mas algo que eu já queria há tempos, antes mesmo de entrar na Universidade, juro, quem quiser pode preguntar para a Martha, que ela confirma tudinho, rs. Depois teve uma mixagem de Exttravasa, a cara da Bob, que só quer ser a Cláudia Leitte. Mas sério que ela tava linda, perfeita, o vestido um arraso, o cabelo e a make de dar inveja em qualquer uma. Não é porque é minha Bob, não, mas olha, ela tava demais.
Bob muito lindaA valsa (ela e o pai)Jocele e Adelson
Layanne, minha prima, e eu fomos as animadoras de torcida perfeitas, tivemos até a ideia de montar uma empresa para animar casamentos, batizados, festas de 15 anos, velórios, etc, já tem até nome, Animafestas.com. rs. Brincadeirinha, claro. Até a avó da Bob perguntou pra ela quem éramos, se ela havia nos contratado para ajudar na festa, rs. Juro, é verdade. Jocele me contou isso rindo, às gargalhadas, me agradecendo, daquele jeito louco dela, mas de coração, que eu sei. Ela me disse, pegando nas minhas mãos e olhando nos meus olhos, que a minha presença havia feito toda a diferença, em todos os eventos, que só teria sido melhor se eu estivesse me formando junto com elas, e me disse: 'obrigada, amiga, é sério, obrigada, por estar aqui'.
Lay and me

*Só porque tenho por ela um apreço imenso!*

Nêgoooo que eu amo!
Pedro

Meninos da Adm (Ítalo, Rafel, Júnior, Leandro e Igor)

Mamão (doce e gostoso)

Brunno

Edfranklin e Herlândio

Animafestas.com

Fran S2

Mais Adm's: Fran, Bob, eu, Sandrinha e Laíze

Formatura é bom pra encontrar os amigos sumidos: Diego!

Balacobaco, mexer balacobaco!

Como antigamente...

Agaaaaarra o Nêgo, Fran!

Será se eu amo?!?

Amo, amo, amo e amoooo demais!
Pezinhos cansados salvos graças às havaianas!

Adorei o brinde que a Bob deu aos convidados, havaianas personalizadas com o nome dela, além de fofas, foram a salvação da noite. Depois de pular e dançar muito de salto alto, lá pelas tantas eu já tava pedindo arrego do salto, ameeeei as chinelas, tanto que vou até aderir a ideia e fazer igual na minha formatura. Viu? Preparem-se!

Oi?

Cansadinhas, mas felizes!

Quantos dedos tem aqui?!?

Segreeeeedo!

Todo mundo bom!
Esse post era pra ter saído semana passada, mas eu estava cheia de trabalhos e plano de estágio superviosionado pra entregar, provas pra fazer, além do meu trabalho normal na Ufpi, de todos os dias. Então, desculpem o atraso no post e na leitura dos blogs. Também tenho que contar pra vocês sobre o aniversário do Jáder, que foi na sexta passada, fomos pra casa de praia no Macapá, foi muito, muito bom! Também tenho que fazer a resenha do livro de março, quero ver se dá pra sair amanhã, torçam por mim, sim? rs.

Beijos, beijos!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Colação de grau - Turma Fabrício da Costa Silva

A colação de grau da foi linda demais, me deu uma saudade, uma vontade tão grande de estar lá também, um orgulho, uma miscelânea de emoções. Obviamente eu chorei, e muito, quando vi o o Auditório do Fórmula Flat tão lindo e meus amigos todos vestidos de beca, mas eu chorei principalmente durante o discurso do orador, meu amigo Pedro Alexandre, no qual ele relembrou todos os momentos maravilhosos que vivemos juntos e também nossa dor pela perda do nosso amigo Fabrício. Os pais e o irmão de Fabrício também estavam na solenidade, muito emocionados, como era de se esperar, é claro.
Vocês sabem que eu adoro solenidades de colação de grau, ainda mais se conheço todos os formandos, fiquei o tempo todo tirando milhões de fotos, rindo feito boba, dando tchauzinhos e fazendo corações com as mãos para minhas RL's, enfim, pagando aquele mico típico de 'mãe de miss', digno de gozações por parte de todo mundo, mas olha, nem liguei, viu? Minha felicidade era maior que isso.

Fórmula Flat
O orador: Pedro
Gheysa (Maaaaaga)
Fran
Juliana
Jocele (Bob)
Lima Júnior
Élcio e Herlândio
Mamãozinhoooo
Pedro Alexandre
Look Colação

Uma das cenas mais engraçadas foi eu e Bob de vestidos praticamente idênticos, rs. Só mudava mesmo poucos detalhes, mas era quase igual, ainda bem que ela passou a maior parte do tempo de beca. Foi hilário!

Gêmulas?!?
Depois da solenidade, eu e a Maguinha fomos para casa da Juliana, que ofereceu um jantar maravilhoso. Nós aproveitamos para colocar as fofocas em dia e conversamos muuuuito, que fazia tempos que a gente adiava esse encontro, pena que Fran e Bob não puderam ir, pois já tinham outros compromissos com seus convidados. Foi tão bom, adorei, queria muitos outros momentos como esses, reunida com minhas amigas queridas, nossa!, que saudade eu sinto das minhas lulús!!!

Maguinha
Ghe, Ju e eu
Minha turma, sempre vão ser a minha turma. Os Admfests, as lulús, as RL's. Todos em meu coração. Forever and ever and more. Eu amo vocês!
Beijos, beijos!

terça-feira, 23 de março de 2010

É muita SAUDADE!


A aula da saudade foi emocionante, mas isso eu já sabia que seria mesmo antes de viajar. Foi lindo, engraçado, extasiante. É claro que eu chorei, manteiga derretida que sou, vocês sabem. Revi minhas lulús queridas RL's, as gostosas Fran (Bombeira), Gheysa (Dama de Copas), Juliana (Pirata) e Jocele/Bob (Robin Wood). E pra completar o quinteto: eu, de Playmate. Agora, é claro que você também tem noção do quanto uma fantasia de Coelhinha da Playboy só podia dar em muita piadinha de duplo sentido, né? Combinado com altas doses de ingestão de álcool, então... rs!
Os professores homenageados deram um show na apresentação da aula, Gheysa e Fran também nos fizeram sorrir muito com piadas sobre cada um de nós e nos emocionar com a apresentação de fotos e vídeos tiradas e gravados ao longo do curso, inclusive um vídeo em que o Fabrício aparecia, no último Admfest que ele participou. Pra mim, teve um gostinho a mais, sabe? Gosto de amizade que não é esquecida com tempo e distância nenhuma, gosto de saudade por estar longe em tanto outros momentos que eles partilharam, gosto de felicidade por perceber o quanto eu era querida e bem vinda entre aquelas pessoas.
As Ju's
Fran querendo apagar meu fogo!
Todo mundo queria pegar no meu rabinho!
Coelhinha!
Amigas lindas que eu amo tanto!
Atacando o Superman!
Playmate
Ítalo (NYPD) e Rafael (Zorro)
Élcio (Alfalfa) Leandro (Pirata) e Brunno (Boêmio) Márcio, vulgo Mamão (Sheik das Arábias)
Oooops! Assistindo a aula!
Concentradas
É claro que bebemos, dançamos, descemos até o chão, chão, chão, rs. Tudo a que tínhamos direito, tudo pra ficar na saudade, na lembrança, na eternidade. A melhor turma de todas, a turma Fabrício da Costa Silva, em homenagem ao nosso amigo que nos deixou prematuramente, no 2º período, em maio/2006.
Não me formei com eles, mas dentro do meu coração, não tem como negar, sempre serão a MINHA turma.
"Era tanta saudade, é pra matar... Eu fiquei até doente, eu fiquei até doente, menina... Se eu ficar na saudade, é deixa estar... Saudade mata a gente, saudade mata a gente, menina..."
(Tanta Saudade - Ana Carolina)
Beijos, beijos!
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