domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal!


Vim desejar Feliz Natal para todos vocês que me acompanham há anos por aqui e nada melhor do que deixar um beijo e um abraço do meu Neném Noel mais fofo do mundo! Heitor, é claro.

Quero informar também que tô muito feliz porque tia Ester está ótima de saúde, já fez a cirurgia e está se recuperando plenamente. Então, é isso o que eu venho desejar a todos: muita saúde, porque do resto a gente cuida.

FELIZ NATAL, meus queridos leitores, amigos e família. Eu amo cada um de vocês!

Ah, aviso aos navegantes que sumirei por uns dias, estarei viajando, a partir do dia 26, com amigas queridas e a prima-irmã companheira de todas as horas para curtir o reveillón em Canoa Quebrada e Jeri (Ceará) e prometo que conto tudo quando voltar! Para quem fica, desejo desde já um 2012 de sonhos renovados e alma lavada!

Beijo, beijo!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu gosto de gente


Sempre tive o gosto meio exótico, diferente. Dei valor a coisas inusitadas, me importei com pessoas menos explícitas, me impressionei com os que conseguiam se sobressair, ainda que com desvantagens, a beleza nunca me atraiu tanto assim. Eu gosto das pessoas interessantes, interessadas, inteligentes. Gente que estuda, gente que trabalha. Gente que luta pelas causas sociais, políticas e ambientais. Gente com senso de humor, gente que erra. Gente que ri dos erros que cometeu, gente que aprende com eles. 

Eu gosto de quem lê, de quem escreve, de cantores, de músicos, de artistas, de poetas. De todos que transformam, com a sua arte, a vida em um lugar mais agradável. Eu gosto de gente que abraça com vontade, que sente saudades, que não se escandaliza por pouco. Eu gosto de gente sem preconceitos, que respeitam uns aos outros, que mesmo quando o que está enraizado é forte, se rebelam contra os ditames morais sociais estabelecidos. 

Eu gosto do que vem de dentro, da essência, dos princípios. De quem não se rende, de quem contesta, de quem promove a contradição. Eu gosto da mudança, do inesperado, do impossível, da revolução. 

Eu gosto de gente que é gente. De verdade, de corpo, alma e coração.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O inconfessável que há em mim


Eu não te amo mais, repito a mim mesma todos os dias quando acordo, eu só não consegui ainda te tirar completamente de mim, dos meus pensamentos, dos meus desejos. Você ainda é o meu parâmetro. É estranho. Eu fico procurando as suas qualidades nos outros e nada me apraz. Eles não tem o seu senso de humor, não adoram crianças, não se preocupam com o mundo em que vivemos, não guardam os papéis de bala no bolso pra jogar no lixo depois. Não sei o que é, só parece muito errado. Eu não consigo olhar, admirada, absorvendo o que eles dizem, eu não os acho tão interessantes, tão inteligentes e nem quero ter filhos com eles. Eu só consigo lembrar do seu cheiro tão limpo, do calor do seu corpo junto ao meu, da sensação de deitar no seu ombro e me sentir em casa e do quanto eu gosto da sua companhia, de conversar, de saber sua opinião sobre cada pequena coisa que existe no mundo. Parecia tão certo me sentir bem ao seu lado.

Só que outro dia eu te vi com uma amiga, nos cumprimentamos, eu comentei que você estava bronzeado, perguntei se tinha saído de férias, essas coisas bobas que a gente fala quando não sabe o que dizer pra quebrar o gelo. E apesar de saber que ela é mesmo só uma amiga, no momento em que ela pegou na sua mão para comentar como você estava mesmo mais moreno, tive uma sensação de pânico. Me senti roubada. Eu queria ter o direito de sentir ciúmes, de não engolir aquilo goela abaixo com um sorriso no rosto, como se não me afetasse. Saí dali com a sensação de que existem coisas no mundo que você não pode confessar, as mãos tremendo, o estômago enjoado, um suor frio, metade nervosismo, metade desespero. E uma certeza: eu posso não te amar mais, mas ainda estou apaixonada. Foi uma surpresa, um choque, eu que já me considerava curada, agora tô confusa.

Não sei o que fazer, eu não quero me sentir assim. Eu queria te odiar, não ficar lembrando que o cheiro da sua pele tem o efeito de me derreter inteira. Eu queria sentir vontade de beijar um monte de caras diferentes, mas não posso mais nem ouvir Zeca Baleiro sem lembrar daquelas viagens de carro que a gente fez. Eu queria que você me visse com alguém e se surpreendesse chateado, só para ter o gostinho de também te fazer sofrer, não olhar nos seus olhos e esquecer o que estava prestes a falar. Eu quero que não faça a mínima diferença a sua opinião sobre o governo atual e não ficar imaginando como nossos filhos teriam lindos cabelos cacheados.

Agora estou me perguntando incessantemente sobre os seus motivos, tentando entender a sua lógica, me lembrar só das coisas ruins, me colocar naquela perspectiva perfeita de amor próprio. Eu quero ter uma mágoa profunda e não ter que te ver todos os dias, fingindo que não sinto mais nada. Como é difícil tirar do coração quem a gente gosta por inteiro, em todos os seus mínimos detalhes, não só as qualidades, mas também as esquisitices. Porque se esse alguém não te ama é a única saída digna. Não é? Isso é o que todas as pessoas dizem, parece um mantra que você ouve das suas amigas mais próximas, o que querem que você faça, ainda que com o coração sangrando, porque é o melhor pra você, mas será que é mesmo? E como eu consigo, então? Há meses eu tento, com muita vontade. Ou você acha que eu gosto de me abalar por alguém que não tá nem aí pra mim? Eu até cheguei a pensar que eu tinha conseguido.

Mas, não. Do nada me vem tudo de novo, os momentos preciosos, a vontade de estar perto, o som da sua voz tão perfeita, as mensagens de texto no celular, que, surpresa!, eu ainda não apaguei. Seria fácil me envolver por você de novo, bastaria que você usasse as palavras certas e eu esqueceria todo o resto. A única nota dissonante é que você não vai dizer nada, você não faz mais nenhuma questão, você já me colocou naquela prateleira de histórias acabadas. Eu tenho que te esquecer, superar, seguir em frente, é pro meu próprio bem, não é o que todos dizem? Só não imagino como, não faço a mínima ideia do que fazer para tirar você de mim. Preciso de um antivírus contra você.

(Só para esclarecer aos desavisados: o marcador 'crônicas' quer dizer que os textos são fictícios e não correspondem à minha vida pessoal)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

.doce dezembro.


Eu adoro o Natal, todo mundo sabe. E eu estou louca pro ano acabar. Dois fatos incontestáveis. Então, dezembro chegou para mim com doces promessas: cirurgia de mastectomia e reconstituição mamária de tia Ester (boa notícia porque o nódulo é in sito e temos fé que tudo vai dar certo!), tia Irera e primos de visita em casa de mamãe, sem data para ir embora, Amigo Secreto com as amigas blogueiras mais lindas da timeline, Natal maravilhoso em família, os melhores planos para o reveillón com amigas queridas em Canoa Quebrada e Jeri e, enfim, 2012 que está mais pertinho do que nunca, amém.

É claro que eu desejo coisas boas pro ano que vem, nunca fui a favor do pessimismo, por mais que eu me entristeça, não dura muito tempo. Não é uma visão simplista, tem muitas complexidades no meio disso tudo. Não sou mais a Poliana de outros tempos, a gente amadurece e vai mudando os conceitos, ainda bem, mas não consigo deixar de ser sentimental. Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás, já diria o ilustre companheiro Che Guevara.  

Então, o que eu espero para 2012 é que eu consiga cumprir minhas metas: continuar trabalhando em favor do coletivo, me engajar ainda mais nas lutas sindicais, ir pro CONFASUBRA (Congresso da FASUBRA, em abril, provavelmente em Luziânia-GO), ir pro CONSUB (Congresso das Secretárias das Universidades Brasileiras, em setembro, em Uberlândia-MG), fazer o teste da Anpad e conseguir uma boa nota, terminar a pós Ead, ir pra academia e cumprir meu programa,  voltar a estudar inglês, continuar participando do Grupo de estudos marxistas (que eu tô adorando cada dia mais!), entre outras pequenas coisas.

Sei que o ano praticamente já acabou, sei ainda que, em certos momentos, pensei que não iria conseguir superar todos os problemas que ocorreram, mas também tenho a plena certeza que amadureci muito, evoluí como pessoa, me encontrei sob vários aspectos e estou melhor preparada para o futuro. Por isso mesmo, hoje sei que a vida é construção, que os meus sonhos precisam se concretizar a partir de uma base sólida, não apenas da minha vontade, mas do que eu estou fazendo para que aquilo se torne realidade.

“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.”

(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

10% do PIB na Educação Pública já!



Bom pessoal, eu sei que nem todo mundo se interessa por questões políticas ou de interesse coletivo, mas me sinto no dever de conscientizar vocês da importância de ser investido 10% do PIB já na Educação Pública desse país - já! Para vocês terem uma ideia, atualmente é investido cerca de 5%, sendo que no Plano Nacional de Educação que vigorou de 2001/2011 a meta estabelecida era chegar aos 7%, mais uma das metas que não foram cumpridas e que o Governo atual quer estender para 2021, ou seja praticamente 20 anos de atraso na Educação. 

O Brasil caminha para ser a 5ª economia mundial, mas temos a 3ª pior distribuição de renda do planeta. Isso sem falar que nossa média de escolaridade é de 7,2 anos, similar a do Zimbábue, que tem o pior IDH do planeta (nem moeda corrente eles tem!). Somos cerca de 14 milhões de analfabetos plenos (10% da população!) e 30 milhões de analfabetos funcionais (cerca de 1/4 da população!). 

Não podemos aceitar o argumento de que não há recursos para a Educação enquanto não falta para o pagamento da dívida pública (que compromete quase a metade do PIB), as isenções fiscais para o setor empresarial, o recurso público usado para a Copa e as Olimpíadas, o dinheiro público que se perde na corrupção. Há verba, é preciso reverter as prioridades, garantindo o investimento público na implementação dos direitos sociais universais. Sei que a maioria que lê esse blog é consciente e estão no grupo da população privilegiada, mas é importante que também façam a sua parte, votando, disseminando o plebiscito e até se engajando nessa campanha nacional. 

Votem a favor, pessoal! Procurem se informar quais escolas e universidades estão recebendo votos, é só clicar aqui.

Beijo, beijo!

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

.todos no meu coração.

Às vezes eu acho que o meu coração tem uma quantidade infinita de amor para dar. É tanta gente importante para mim, que se tornam indispensáveis. É claro que a minha família está em primeiro lugar, afinal são as pessoas que eu amo desde sempre, sem restrições. E quando eu posso estar pertinho deles é uma delícia! Adoro quando eles vem passar feriados em Parnaíba porque sempre é aquela festa, fico na expectativa e aproveito cada segundo.

Então que papai veio pra cá com meu irmão, Ítallo, minha cunhada, Thyara e minha sobrinha mais linda do mundo, Daisy. Não tem como, ela olha pra mim com aqueles olhos lindos dela e eu me derreto toda, ela faz o que quiser comigo. A gente faz tudo juntas, toma banho, passa hidratante uma na outra e até minha maquiagem ela quer fazer. É muito amor, gente!

Daisy e eu, no banquinho de namorar da minha casa, debaixo do pé de jambo

Fomos para praia todos os dias, Atalaia e Maramar, a preferida de papai. Daisy fez aquela farra, não quis sair da água nem um segundo e mesmo que passássemos protetor solar nela toda hora, não teve jeito, ela é muito branquinha e ficou uma camarãozinha. Ainda por cima, ela é uma bandoleira, todo mundo leva, simpática toda, rs, fez amizade com um monte de coleguinhas, brincou na areia, nas lagoinhas, no mar. A alegria de uma criança em momentos assim é indescritível.

Papai e eu
Daisy e Thyara
Passando protetor na careca do vovô
Thyara e Ítallo
Daisy e papai
Maramar

Na volta pra casa, passamos na árvore torta super badalada que todo mundo conhece e adora tirar foto. É claro que nós fomos lá também tirar a foto tradicional, puxando a árvore, que todo mundo tem, rs.

'Eu tenho a força!'
Árvore torta
Amo o vovô!
Papai s2
 Ela catou 'florzinha' pra todo mundo, fofa!
Camarãozinha linda da tia Ju
 

É claro que não poderiam faltar as baladinhas com os amigos queridos que por aqui estavam, né? Maurílio e Nayara vieram pro Seminário de Formação Sindical e aproveitaram pra passar o restante do feriado por aqui. Fomos pro Porto Salgado, bar do músico parnaibano Teófilo Lima, que eu adoro porque tem música de qualidade em um ambiente muito agradável, uma brisa maravilhooosa, à beira rio, no Porto das Barcas.

Eu, Nay e Ester
Cézar, Aline, eu e Ester
Mau e Nay
Amo todos!
Muito, muito amor!

No último dia de feriado, é claro que a gente ainda foi pra praia e Daisy, apesar de toda ardida, não aguentou a tentação e foi pra água de novo, dessa vez, além de protetor, ela tomou banho de vestido, pra ver se amenizava um pouco. Foi ótimo, com gostinho de quero mais já.

Orla da praia de Atalaia
Família: Ítallo, Daisy e Thyara
Thyara, papai e Daisy
 
Ela também faz o que quiser com o vovô
Amo demais!
Irmãos
Cara mais limpa
Tia Ju e vovô, by Daisy
Amores amados
Ela é a dona do meu coração
Dá pra resistir? Claro que não!
E no finalzinho da tarde fomos conferir o pôr-do-sol na Pedra do Sal, que a Nayara não conhecia. Dispensável dizer que lá é lindo demais, motivo pelo qual eu escolhi pra fazer meu ensaio. É claro que falta estrutura para receber turistas, mas a paisagem é de tirar o fôlego, vale super a pena.

Nay e eu
Nayara e Maurílio
'A pedra, o mar e sol'

Feliz, feliz, feliz demais com todas essas pessoas que eu amo tanto pertinho de mim, de ter momentos tão maravilhosos como esses, de estar em contato com tanta beleza, cortesia de Deus. São momentos assim que me inspiram a prosseguir, ainda com todas as adversidades, me renovando pra lutar pela felicidade.

Beijo, beijo!

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

2011 foi um ano ruim

♪ Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais ♪

(Metal contra as nuvens - Legião Urbana)

Tenho andado muito triste, sem vontade de escrever, sem inspiração. Para quem não sabe, meu avô faleceu na semana passada e apesar de ser um fato que alguém com 90 anos não tenha uma expectativa de vida muito alta, ainda assim é um choque, uma dor sem tamanho, mesmo que tenhamos que nos conformar com ela. O pior de tudo, nem é o dia do velório, enterro e tudo mais, mas a ausência que fica depois, o querer estar perto sem poder, o cheiro da pessoa amada que não mais podemos sentir. E para completar a minha tristeza, no mesmo dia que vovô foi enterrado, recebi a notícia do falecimento de outro ente querido, o marido da minha prima, Igor, que estava na UTI há quase 1 mês, infelizmente, desenganado pelos médicos, com septicemia. A morte de um rapaz de 25 anos, saudável, sem vícios, com a vida toda pela frente é uma dor bem diferente. É incompreensível. Só Deus para saber dos seus desígneos. Foi um baque, durante uns dias fiquei me sentindo anestesiada, impotente, sem forças.

Acho que por mais que a gente tente, nunca se acostuma com a perda de alguém querido. É claro que o tempo ameniza, porque senão não conseguiríamos prosseguir com a nossa vida, mas no fundo fica sempre um vazio. Já ouvi várias pessoas dizendo que temos que nos preparar para a morte, outras que devemos nos preocupar com a vida e já nem sei mais no que eu acredito, só sei que não me sinto preparada para perder mais ninguém. Por favor, Deus, alivia aí pra mim?

Não digo que este ano tenha sido ruim apenas por isso, aliás, nem digo que apenas 2011 foi ruim, 2010 também não foi esse mar de rosas, não. Ano passado aconteceu uma das maiores tragédias pessoais da minha vida, um fato que de tão íntimo, é também impublicável. E esse ano? Foram tantas coisas que eu já nem sei enumerar. Deve existir uma cota de merda que pode acontecer na vida da gente, porque, olha, eu bem que tô merecendo uns dias de alegria.

Sabe? Não é que eu não esteja tentando. Eu estou. Não é que eu não esteja procurando as melhores opções. Só que, às vezes, todas as opções são ruins. Não sei mais se tenho fé, me sinto descrente demais e acho que não consigo mais ver nada com desprendimento, sem julgar e condenar. É difícil ser uma pessoa otimista nos dias de hoje.

Desse ano eu não espero mais nada. Só que ele acabe.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

.extrasensorial.



'Meu coração tá ferido de amar errado.'
(Caio Fernando Abreu)

Tem tanta coisa que eu poderia dizer, mas no final das contas é só isso mesmo. Desesperança, desilusão, impaciência. Eu só sinto um vazio imenso, que não vai sarar agora. Não sei mais se acredito na cura, quem diria, eu, tão otimista que sempre fui. Mas é difícil continuar tentando. E eu não digo isso apenas com a voz das minhas experiências infelizes, à minha volta não param de chegar informações. Não é como se eu tivesse escolha, sabe? E também não é depressão, é cansaço, eu olho para as possibilidades com uma imensa preguiça.

'Cansei de amar pela metade. Cansei de me sentir sozinha. Cansei de tanta mentira. Cansei dos dias iguais, da rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção. Cansei de procurar meus amigos. Cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos. Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de acordar indisposta, cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma sensação de arrependimento, de erro. Cansei de tudo.'
(Caio Fernando Abreu)

Tudo o que eu queria era conseguir entender a lógica da coisa: quem não quer, não procura. Quem ama, não trai. Ou tudo mudou muito ou eu é que era ingênua. Antigamente eu acreditava mais nas palavras, eu não as julgava apenas instrumentos de sedução, criadoras de ilusões. Amarga? Com certeza. O que separa um coração ferido de um iludido é só a decepção. E é isso, no momento, tô fechada pra balanço.

'Tô exausta de construir e demolir fantasias. Não quero me encantar com mais ninguém.'
(Caio Fernando Abreu) 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

.o dono dos meus olhos e do meu coração.


Não consigo entender como uma pessoinha tão pequena, com apenas quatro meses de idade, me provoca tanto amor, saudades, orgulho e alegria. Sério. Heitor, o afilhado mais lindo do mundo, aquele que me enternece só de pensar. A saudade é tanta que eu fico sentindo o cheirinho dele, vontade de abraçar e morder todo. 

Tenho que admitir, eu ponho o neném no mau costume. Quando chego na casa da minha comadre linda, Eryka, já vou pegando meu gostoso no colo e pronto, ele já sabe que sou eu e só quer saber de colo. Quer dizer, menos nas horas das mamadas, que ele não dispensa mesmo. Gostoso da dinda.

E já que tem um tempinho que postei falando sobre o nascimento dele, resolvi vir aqui e atualizar vocês da fofura que tá o meu pequeno.

Primeira ida ao shopping
Soneca
Banguelinha
Gostoso
Sapeca demais
Perfeitinho
Contando os dedinhos
Nhé
Rapazinho
Muuuuito amor ♥
Grandão
Moicano
Dinda
Meu amor e minha comadre

Enquanto não vou em Teresina matar saudade, fico aqui vendo as fotos do homem da minha vida. Ai ai. Podem babar também, eu deixo, rs.

Beijo, beijo!

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