terça-feira, 31 de janeiro de 2012

.o melhor de todos.

Eu sei, eu sei, tô muito atrasada com esse post. Mas eu estava de férias, viajando, participando das mobilizações #contraoaumentoTHE, depois voltei a trabalhar, estava me organizando, em slow motion ainda. Eu sei que vocês sabem como é, a gente demora um pouco pra encontrar o ritmo. Mas não podia simplesmente deixar por isso mesmo, então, vim contar pra vocês como foi minha viagem de final de ano e reveillón. Fazia tempo que não tinha um diarinho de viagem por aqui, né? Também estava sentindo falta, rs.

Primeiro que eu viajei com as melhores parcerias: Gheysa, Sara, Amália e Layanne, que nos encontrou só em Jeri. Nenhum dos destinos era novidade para mim, mas são daqueles lugares de se visitar várias vezes, então, a viagem valeu muito a pena. Saímos de Teresina, dia 26.12 e seguimos para Canoa Quebrada, em Aracati - CE. Viagem longa, cansativa, quase 700 km. Ficamos hospedadas na Pousada Fortaleza , uma boa pedida para quem quiser conhecer Canoa, pois é bem próxima da Broadway, os quartos são muito bons e o preço é bem razoável.

Gheysa, Amália, eu e Sara #dayone
  

Na primeira noite, demos uma volta na Broadway, comemos, tomamos umas num dos barzinhos, mas não ficamos até tarde. Todas cansadas, querendo cama e acordar cedo no dia seguinte para aproveitar a praia, fazer o passeio de bugre e curtir nossos poucos dias por lá.

O passeio de bugre continua com o preço parecido ao da última vez que estive lá, cerca de R$ 140,00, mas vale muito a pena porque a gente conhece vários pontos turísticos, anda de bugre nas dunas, desce de tirolesa e esquibunda (por R$ 5,00 a mais), vê a paisagem que é coisa mais linda do mundo, enfim, recomendo demais, um passeio imperdível.

Prontas, meninas?
Sara, eu, Ghe e Amália
♫♫♫ botanamãonacabeçaquevaicomeçaaaaaaaar ♫♫♫
  
 
Com emoção!
Não pode faltar!
 Tiroleeeesa
  
Dunas
 
 Não esqueço dela nunca: mandando sms pra Dani
Já vi essa foto em algum lugar, rs.
Delícia, delícia

Outra coisa imperdível em Canoa Quebrada é o vôo de parapente, custa R$ 60,00 e é uma delícia! A gente tem uma visão privilegiada da praia e das falésias, sem contar na emoção do vôo em si. Muuuito bom!

Esperando o vôo de parapente
Vai encarar?
#daytwo

Ninguém tava apostando muito na segunda noite, mas ela trouxe novidades ótimas. Conhecemos uns chicos argentinos/uruguaios, tocadores de pagode, muuuuito legais. Inclusive um deles afirmava fazer parte do seleto grupo de 5% dos cabeleireiros não-gays da face da Terra. Ele disse fazer muito bem cauterización, texturización, luces. Um loooosho, hahahahaha! 

O barzinho lotou, muita gente dançando, bebendo, figuras incríveis (juro que uma mulher sensualizou geral dançando igual uma piriguete doida com roupas minúsculas em cima de uma mesa), além da nossa animação, que era geral. Infelizmente, apesar da folia, eu fiquei doente: gripe e febre, que me acompanharam por uns três dias ainda, mas, felizmente!, não me atrapalharam muito. Só as meninas que não conseguiam dormir muito bem com os meus roncos.

Los chicos

No dia seguinte, 28.12., rumamos cedinho para Jijoca, rumo a Jericoacoara (Ceará), encontramos a Lay e tivemos aquela decepção com a Pousada do Seu Tirinha, que escolhemos por ser das poucas que ainda tinham vagas. O quarto era um muquifo, pra ser sincera: tudo atulhado, não tinha espaço, espelho, café da manhã e o pior: cama pra todo mundo. A cara de pau do dono da pousada - vulgo, Seu Tirinha, então, era a melhor. NOT. O melhor mesmo eram os comentários dele sobre a maravilha que era a sua pousada. E nós lá com cara de mamão mexendo. Era o jeito, então, encaramos. Obviamente, tivemos que fazer rodízio na rede. E um sorteio para decidir quem não dormiria nela nenhuma noite, que Amália ganhou. Sério, gente, eu juro.
                      
#daythree

É claro que, superados os percalços, lá fomos nós curtir a night de Jeri, que é aquela beleza. Um monte de gente bonita, alegre, pra cima, doida por uma azaração. Ou, pelo menos, uma amizade. Jeri é ótima para solteiros, sozinho ninguém fica. Fizemos muitas amizades instantâneas, conversamos com muitos estrangeiros, rimos muito, bebemos caipiroscas de frutas. Toda noite foi uma festa.

No dia seguinte, fomos fazer um passeio à Pedra Furada, munidas de protetor solar e água mineral, lá fomos nós morro acima. Não é uma caminhada tão fácil, cerca de 40 minutos caminhando na areia, debaixo de sol forte, mas estávamos dispostas. O ventindo e a vista linda do caminho ajudaram um monte.

Lay, eu, Ghe e Sara
 
Enfim: Pedra Furada
 Gatcheeeenhas

Voltamos de carroça, com dor no coração pelo burrinho. Mas todas mortas pela subida íngreme e a falta de preparo físico. É claro que o meio do caminho teve uma vingançinha: o cavalo da outra carroça avançou na Gheysa e deu-lhe uma fungada, ela, morrendo de medo, sorria e gritava ao mesmo tempo. Nós, ríamos, ríamos, ríamos. Gargalhávamos sem parar, de doer a barriga. Chegamos na vila esfomeadas e fomos repor as calorias perdidas comendo uma deliciosa batata recheada. NHAM.

Vamos todas pro inferno
a vingança...
Batata Rostie - onde o melhor de tudo não eram as batatas
A prova do crime: a sorteada para não dormir na rede
 
#dayfour
Amo tanto essa maguinha!
 

Fizemos mais amizades em Jeri. Argentinos, de nuevo. A gente meio que tava dando sorte com os vizinhos, hahaha. Além de lindos, simpáticos e legais, os encontramos todos os dias, conversamos horrores, o que, devido à diferença da língua, rendeu vááárias piadas:
- 'Le gusta?'
- 'Lagosta, não. Skol!'
 Federicco e nós
 
 Hernán e Federicco

Aproveitamos também a praia de Jeri, aquele pôr-do-sol maravilhoso, tomando cervejinha, à beira-mar, muita gente bonita para limpar a vista, uma delícia de vida!

See sea
 
#dayfive
  

Acabamos a noite no show do Cabesativa, Jeri Year. Não tinha lá muita gente e foi o show do Cabesativa mais caro da minha vida. Para quem não sabe, é uma banda de reggae parnaibana, que eu curto, mas já ouvi tocar tantas vezes que perdi as contas. Com certeza, a maioria delas, de graça mesmo. Acho que foi pra compensar o carma, sei lá. E o ambiente não tava legal, muita gente fumando maconha, o que é meio incômodo, já que aquela fumaça é enjoativa demais. Nada contra quem fuma, vejam bem, eu só não gosto de ser defumada.
  

Para fechar o dia 31 com chave de ouro, fomos para a Lagoa do Paraíso, que por falta de uma palavra que a defina melhor é isso mesmo: um paraíso. Água doce, morna, redinhas, um pecado. Simplesmente não dava vontade de sair dali, ninguém lembra de problemas, ninguém se importa com coisas pequenas, ninguém tem vontade de fazer mais nada, a não ser relaxar. Sem contar os homens lindos. Era difícil saber para onde olhar: windsurfista gato, italiano de sunga branca, vizinho da mesa do lado com uma baranga. Retiro o que disse, dava vontade de fazer outras coisas, sim. rs.

 
Ai, ai.
 

E a virada foi simplesmente maravilhosa. Fogos de artifício, champanhe, amigas queridas e o show do Cidade Negra, perfeito! Brindando ao novo ano, ao novo ciclo, às novas esperanças.

Lay, Amália, eu, Sara e Ghe: pra dar sorte.
 3, 2, 1!
 
No meu coração, ela é minha nêga, minha irmã.
Um brinde à 2012!
Amo!
A intenção era boa:
Sete ondinhas... ok!
.e que venha 2012.
Uma figuraça que encontramos por lá
Cidade Negra: perfeito!
Jeri Year
Adeus e até nunca mais, Seu Tirinha!
.feito pra mim.
 

Voltamos para Teresina no primeiro dia do ano, viagem cansativa, estrada cheia. Mas ao mesmo tempo felizes, revigoradas, rindo muito ao relembrar os bons momentos. Como diria a Sara: 'é o preço da felicidade'.

E 2012 chegou com tudo e tem sido muito doce. Tem me trazido ótimos momentos, outras expectativas, novas esperanças. Taí, tô apostando nesse ano!

Beijo, beijo! 

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